Diário do front 61 – Terça – 13/08/2019

Hoje fomos na faculdade de novo pegar meu cartão de identificação, encontrar as salas e dar um passeio rápido pelo campus.

Não tem muita coisa a dizer: é um campus universitário arrumado. As salas parecem bem equipadas, é limpo (banheiro não tanto), bem arborizado, tem um clima bom. Mas tem muitos muitos indianos, e eu estou ficando com um certo preconceito – a galera mais fedida e que mais dá truque, pelo que tenho visto, são eles. Espero MUITO que eu consiga mudar essa porra, porque preconceito é péssimo.

Fomos também no prédio de trabalhos com madeira – eu já falei isso, aliás? Se sim, falo de novo: a parte de trabalhos com madeira tem seu próprio prédio, porque a gente é foda. Mentira, é porque precisa de muitas máquinas e espaço, mesmo, faz uma barulheira danada e consome muita energia elétrica, além de produzir bastante lixo, então precisa de um prédio próprio. Não deu pra entrar nas oficinas, claro, porque estavam trancadas, mas tirei uma fotinha pelo vidro pra dar uma ideia.

 

 

Lá tem armários pros estudantes (que são alugados, por sinal, mas bem baratinhos). Dei uma olhada e estão todos detonados, bem enferrujados por dentro, uma tristeza. Deve ser porque as pessoas guardam roupa molhada de neve ali, sei lá.

O cartão da faculdade, aliás, pode ser carregado com dinheiro e aí funciona como débito pra coisas na faculdade e até em alguns comércios. Impressão, encadernação, livros, comida, tudo na faculdade pode ser comprado com esse cartão de débito. Achei bem legal, especialmente pra adolescentes entrando – facilita muito pros pais, imagino.

Depois, em casa, fiz um curso de “ética universitária” online, “sugerido” (mas obrigatório) pela faculdade. Chato, longo, repetitivo, que levou bem mais de duas horas, inclusive com vídeos extremamente tediosos, mas ok, tem que fazer, fiz, me livrei. Engraçado é que, volta e meia, aparece gente oferecendo trabalho pronto, projeto e o cacete nos grupos de Facebook da faculdade…