Tinha uma necessidade enorme de se fazer parecer intelectual. Usava palavras compridas, obscuras, muitas delas nas situações erradas. Andava com livros de autores consagrados embaixo do braço, ainda que não os compreendesse (ou lesse). Acreditava que um intelectual faz pausas em suas falas, então fazia pausas de até trinta segundos. E, quando lhe agradeciam por algo, invariavemente respondia: “Derrière”.